quarta-feira, 16 de maio de 2007

Vida estressante, vida constante


Viver numa grande metrópole como São Paulo pode ser muito estressante, engarrafamentos, vida corrida, sobrecarga de trabalho, medo e insegurança são alguns dos fatores que levam a sintomas como: músculo tenso, respiração acelerada, irritabilidade e paciência preste a ir para o espaço. Ninguém está livre do stress.

Os avanços tecnológicos transformaram a vida do homem, acrescentando maiores doses de stress ao nosso dia. Estudos apontam que o nível de stress da população brasileira aumentou 50% nos últimos 40 anos.

O stress não é uma doença, mas uma reação instintiva ao perigo real e imaginário, a uma situação de desafio. Ao contrário dos outros animais, a maior parte do nosso stress é mental. Afinal, estamos expostos a brigas, assaltos, acidentes, discussões, além de problemas emocionais. Uma das principais causas do stress é o livre- arbítrio, a possibilidade de escolha trás dúvidas e angústias.

Nesses casos, o nosso corpo libera adrenalina como se tivéssemos em situação de perigo. Em uma grande cidade como São Paulo, a liberação de adrenalina ocorre 50 vezes, em média, por dia.

Pelo incrível que parece, há o stress positivo, afinal o aumento gradual de adrenalina, estimula o desempenho físico e intelectual, o problema está quando o stress é freqüente e prolongado, na vida moderna, o stress negativo é infelizmente o mais constante na vida dos paulistanos.

Por isso a melhor coisa que podemos fazer é, segundo Gilberto Gil, fugir desse lugar baby..........

Mariana escreve às quartas e está muito estressado com os trabalhos e provas, gostaria de poder estar em outro lugar, de férias. Além disso, gostaria de colocar a música do Gilberto Gil, mas não sabe como.

Foto: www.ventania-desvairada.com/archives/Stress.jpg


2 comentários:

Bianca Hayashi disse...

Ah, Mari... se queria colocar música, era só ter me ligado!

Nem me fale em estresse... ai ai.
Também quero férias.

Nefelibata disse...

Bem... não acho que fugir resolva o problema...

Eu sempre insisto com as pessoas neste ponto e já estou acostumado a ser intimamente hostilizado por tanto, como por muitos outros assuntos, mas repito aqui:

Sempre achei que fugir de qualquer coisa nada mais era do que arrastar o problema. Afinal, sempre que fugimos, eventual e freqüentemente somos arrostados de novo, mais à frente, pela mesma dor-de-cabeça, como uma sina.

No caso do estresse, está além de nossas forças neutralizar suas fontes, então penso que nos sobra agir na nossa reação ao mundo. Se filtrarmos e controlarmos nossas ações, sendo serenos - o que não exclui necessariamente a seriedade, como a maioria pensa.

Ter controle da situação, estar empenhado no que fazemos não se traduz em preocupações excessivas e arrancar de cabelos. Pelo contrário; tudo isso na verdade só atrapalha. Afinal, a boa saúde é condição necessária para a consecução de qualquer atividade que queiramos que seja bem executada, não?

Mas as pessoas não entendem... não querem entender... vejo os cidadãos cosmopolitas e urbanóides iludindo-se, pensando que detonando a si mesmos estão cumprindo com suas responsabilidades...